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Dica de documentário: Pequenos tormentos da vida (2006)


Se você pudesse eleger quais os tormentos que tomam de conta da sua vida escolar, o que estaria na lista? Provavelmente a poesia de Mário Quintana passaria longe dessa tríade. No curta Pequenos Tormentos da Vida, a obra do escritor gaúcho entra em uma sala de aula da terceira série do Ensino Fundamental e, nos versos, as crianças descobrem um novo universo nos quais as palavras e a história de Quintana acabam se integrando ao dia a dia do ambiente da escola.


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Vale a pena assistir!

20 coisas que você deve começar a dizer para o seu menino

Todos os dias
1. Não existem brincadeiras de menino e brincadeiras de menina
Meninas podem correr, pular, se sujar. Elas não são mais lentas ou mais frágeis. E brincar de casinha, comidinha ou princesas é super legal. Você também pode brincar disso, se quiser. Excluir meninas das brincadeiras só faz com que não se aproveite toda a diversão possível.
2. Não existe brinquedo de menino e brinquedo de menina
Meninas gostam de bola, gibis, videogames, carrinhos e aeronaves. Elas são boas em jogos de tabuleiro, jogos de montar. Bonecas, jogos de cozinha, pintura são super divertidos. Se você pode brincar com tudo, por que brincar só com a metade?
3. Não existem cores de meninos e cores de meninas.
Você sabia que antigamente rosa era uma cor de menino? E que o azul é que era uma cor de menina? Cores são apenas cores. Adultos é que inventam classificações arbitrárias que de repente mudam. Não vale a pena acreditar que essa regra é pra valer e que realmente significa alguma coisa. Você tem o direito de gostar e usar a cor que quiser.

50 coisas para perguntar aos seus filhos em vez de perguntar “como foi seu dia”

Agora que temos um bebê novo em nossa casa, o tempo com minhas meninas mais velhas (8 e 6 anos) é ainda mais difícil de encontrar. Entre as constantes sessões de enfermagem e os cuidados com as crianças em suas atividades, tem sido um ajuste. Para dizer o mínimo.
Então eu pedi aos nossos escritores para compartilhar algumas de suas conversas favoritas com seus filhos. Estas são especialmente excelentes depois de um longo dia escolar quando seus filhos não querem conversar.
Aqui estão algumas perguntas favoritas deles!
1 – O que fez você sorrir hoje?
2- Você pode me dizer um exemplo de bondade que você viu / mostrou?
3- Havia um exemplo de maldade? Como você respondeu?
4- Todos têm um amigo no recreio?
5- Qual foi o livro sobre o que seu professor leu?
6- Qual é a palavra da semana?
7- Alguém fez algo bobo para fazer você rir?
8- Alguém chorou?
9- O que você fez foi criativo?
10- Qual é o jogo mais popular no recreio?
11- Qual foi a melhor coisa que aconteceu hoje?
12- Você ajudou alguém hoje?

E se meu filho não engatinhar?




Por volta dos 6 meses as crianças começam a se sentar com mais firmeza e aos 8 meses costumam engatinhar. Quando isso não acontece a ansiedade dos pais aparece: e agora, doutora, será que meu filho terá algum prejuízo se não engatinhar? Até quando a criança pode começar a andar? É normal não engatinhar?

Dica de filme: A Língua das Mariposas (La Lengua de las Mariposas, 1999)


O filme se inicia com as angústias, medos e expectativas do pequeno Moncho e seu ingresso na escola onde o professor Don Gregório leciona, em uma pequena cidade espanhola. Don Gregório apresenta uma metodologia única, na qual prevalece uma ética sensível, de ensinamentos voltados para a vida, de valores únicos e encantadores. Enquanto Moncho experimenta e vive todas as emoções de seu primeiro ano escolar, ele também aprende sobre a vida, sobre o outro e tudo o que ocorre ao seu redor.




Vale a pena assistir!

Os novos desafios da educação de bebês

Descobertas recentes sobre habilidades das crianças até os 18 meses mostram a importância de escola e educadores ouvirem o que dizem as crianças dessa idade
Créditos: Shutterstock
O pedagogo Paulo Fochi faz um alerta: por mais importante que seja a primeira infância, "é preciso dar tempo para os bebês serem bebês".
Nos últimos anos, as descobertas da ciência mudaram nosso entendimento sobre os bebês: eles são muito mais inteligentes do que se supunha, e capazes de aprender e se comunicar desde muito cedo. O entendimento acerca dos saberes das crianças de até 18 meses mostra que elas são cientistas em potencial: adquirem conceitos cotidianos da física ao observarem como os objetos se movem, ou da biologia, através da observação dos seres vivos, por exemplo. Na escola, a socialização entre si e com outros adultos que não seus pais demonstra a capacidade de linguagem. Como define o pedagogo Paulo Fochi, especialista nessa faixa etária, “os bebês são pop”. “Talvez eles nunca tenham aparecido tanto quanto agora. Isso é bom porque estamos tornando-os visíveis, tirando-os da invisibilidade”, define Paulo.

Dica de documentário: Waiting For “Superman” (Esperando pelo Super-Homem, 2010)


O documentário se concentra em cinco crianças de diferentes idades e circunstâncias de vida. O que os jovens têm em comum é um interesse pelo aprendizado, que é prejudicado por escolas superlotadas, péssimos professores e falta de atenção dos administradores. O filme contextualiza suas histórias, entrevistando uma série de proponentes de reformas educacionais, incluindo Michelle Rhee, uma polêmica defensora do sistema público em Washington, e Geoffrey Canada, um visionário, cuja organização conseguiu um impressionante sucesso em convencer os jovens a lutar por uma educação universitária.



 Vale a pena assistir!

Como lidar com o comportamento inadequado das crianças?


As crianças demandam muito dos adultos, desde o nascimento. À medida que vão aprendendo a discriminar seu ambiente, identificar possibilidades de reforço ou não, seu comportamento é modelado de acordo com esse contexto e as demandas são ainda mais complexas.
Há o equívoco de que as crianças não entendem o modo como os adultos se comportam e a partir dessa ideia surgem outros equívocos na forma como os adultos lidam com o comportamento das crianças. Por que o comportamento da criança varia tanto? Isto acontece porque as consequências para os seus comportamentos também variam.

Dica de documentário: A Educação Proibida (La Educación Prohibida, 2012)


A Educação Proibida é um documentário que discute a educação normatizada e os valores que sustentam o sistema de ensino tradicional. O filme é um projeto realizado por jovens alunos que passaram a questionar a maneira que as pessoas são preparadas para viver em um mundo “adulto”. Em uma pesquisa que cobre 8 países e com mais de 90 educadores entrevistados, o documentário é eficiente ao passar um panorama da atual situação do ensino a qual tem conservado comportamentos de competição, rivalidade e a super valorização do lucro.



Vale a pena assistir!

Entrevista com Lúcia C. A. Williams: Abuso Sexual Infantil


A Dra. Lúcia Cavalcanti de Albuquerque Williams é professora titular do Departamento de Psicologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e fundadora do LAPREV (Laboratório de Análise e Prevenção da Violência). Possui Pós-Doutorado pela Universidade de Toronto (Canadá), Doutorado em Psicologia Experimental (USP/SP), Mestrado em Psicologia pela Universidade de Manitoba (Canadá) e Bacharelado e Licenciatura pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP).
Ela foi convidada a falar sobre o tema “abuso sexual infantil”. Segue a entrevista.
1 – Pode falar sobre comosurgiu seu interesse por psicologia?

Enigma matemático indecifrável em prova para crianças viraliza e gera polêmica na China

getty images
Alunos de uma escola primária na China foram surpreendidos com um problema matemático que os deixou bastante confusos. A perplexidade veio ao se depararem com a seguinte pergunta: "Se um barco transporta 26 ovelhas e 10 cabras, quantos anos tem o capitão?".
O problema foi apresentado em uma prova para alunos de 11 anos de idade. E a questão, aparentemente impossível de ser respondida, não só virou tema de debate na escola, como também gerou polêmica nas redes sociais.
As diferentes tentativas de respondê-la geraram tanta discussão que autoridades chinesas precisaram explicar por que os educadores escolheram tal pergunta. A justificava foi de que o objetivo era estimular o "pensamento crítico" dos alunos.
A questão gerou muitas respostas curiosas, divertidas e até insólitas.
"O capitão tem que ter pelo menos 18 anos porque, para conduzir um barco, é preciso ser adulto", respondeu um dos alunos.

Brincadeiras que dialogam com diferentes aspectos da educação integral

Ensino-aprendizagem no território; monitoria entre os pares; participação da comunidade; letramento e cultura digital e experimentação são alguns fundamentos da educação integral.
Sabendo da importância do brincar para o processo de ensino-aprendizagem e para o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas dimensões, o Centro de Referências em Educação Integral elencou brincadeiras e atividades que dialogam diretamente com estes princípios.
Todas as brincadeiras têm por base ainda outros dois fundamentos da modalidade: a personalização, ou seja, atividades que têm como ponto de partida os interesses, desafios e contexto de cada criança, e as múltiplas interações, que visam identificar no território as oportunidades de promover o convívio e o diálogo entre crianças de diferentes gêneros, raças, classes sociais, territórios e habilidades. Confira:

 Ensino-aprendizagem no território

A misteriosa e exclusiva escola criada por Elon Musk para educar seus filhos

Fundador da Tesla e da SpaceX tirou seus cinco filhos de uma prestigiada escola para crianças superdotadas e criou a Ad Astra, um centro privado do qual pouco se sabe.


Inicialmente, um site da Ad Astra podia ser acessado pelos
responsáveis dos alunos, mas ele não está mais disponível.
(Foto: Reprodução)

Insatisfeito com a educação que seus filhos estavam recebendo, Elon Musk fez o que muitos outros pais fariam: tirou-os da escola em questão.
Mas o que o fundador e diretor da Tesla e da SpaceX fez em seguida está fora do alcance da maioria: ele criou a sua própria escola, a Ad Astra (em latim, "Para as estrelas").
Sem um site ou visitas abertas ao público em geral, a Ad Astra opera há três anos em Los Angeles, na Califórnia, Estados Unidos, rodeada por mistério e segredo.
"Criei uma pequena escola", disse o empresário em entrevista a uma televisão chinesa em 2015, meses após a abertura da Ad Astra.

App dá recompensas para estudantes ficarem longe do celular

Estudantes ganham pontos a cada 20 minutos sem usar o telefone e podem trocá-los por cafés, pipocas no cinema e livros.


Os três fundadores querem achar uma solução para a
 distração causada pelos celulares (Foto: Hold
)


Um aplicativo que recompensa estudantes pelo tempo que eles ficam longe do celular está sendo lançado no Reino Unido. Chamado de Hold, foi desenvolvido por três estudantes que se conheceram na Copenhagen Business School e quiseram desenvolver algo para ajudar a combater o problema da distração provocada pelo celular.

O curso que ensina a ser feliz e se tornou o mais concorrido da Universidade de Yale

Mais de 1,2 mil alunos de uma das melhores universidades dos EUA se inscreverem nas aulas de Psicologia e Vida Boa da professora Laurie Santos. O que a disciplina tem de especial para bater o recorde de popularidade?


O curso é ministrado pela psicóloga Laurie Santos
 (Foto: Schirin Rangnick/Universidade de Yale


Um quarto dos alunos da Universidade de Yale, nos EUA, se inscreveu em janeiro em uma nova matéria chamada Psicologia e Vida Boa, que ensina como ser feliz.
"O objetivo é que os estudantes aprendam a ciência da felicidade e a ponham em prática", disse Laurie Santos, professora da matéria, ao jornal universitário Yale Daily News.

Bebê ajuda a prevenir bullying em escola no Canadá

Objetivo de visitas de Naomi, de sete meses, é elevar capacidade emocional e social de alunos; aulas fazem parte de programa que acontece em outros sete países.
Bebê ajuda a prevenir bullying em escola no Canadá
 (Foto: Reprodução/BBC)

Naomi tem apenas sete meses, mas já tem um "emprego". E seu trabalho é sério.
O bebê ensina empatia a crianças de nove e dez anos de uma escola no Canadá.
O objetivo é elevar a capacidade emocional e social dos alunos.

Professora cria site para contar histórias infantis em Libras

A internet é uma ferramenta importante para democratizar o acesso a conteúdos e, além disso, é um espaço que reúne diferentes assuntos e interesses.
Crianças com acesso à internet têm a possibilidade de escolher seus canais de preferência, mas ainda existem algumas exclusões. Deficientes auditivos ainda encontram barreiras, já que a linguagem em libras nem sempre é aplicada.
Pensando nisso, Carolina Hessel, docente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e uma das responsáveis pela disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) na Faculdade de Educação,  criou o projeto Mãos Aventureiras. É um site e canal no Youtube onde ela conta histórias de literatura infantil em Libras.

Quando o elogio vira um problema…


Hoje muito se fala sobre a importância e dos “bons efeitos” de elogiar as crianças ao ensiná-las novas habilidades. Existem também importantes efeitos em relação ao desenvolvimento de sentimentos de autoestima (Guilhardi, 2002), porém, gostaria aqui de me referir aos elogios durante o processo de instalação de comportamentos.

Dica de série: Merlí (2015)


Merlí é uma série sobre um professor de filosofia que, usando alguns métodos pouco ortodoxos, incentiva seus alunos a pensar livremente - dividindo as opiniões de alunos, professores e famílias. 

Negligência: o papel do psicólogo neste contexto

“- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.

– Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… – repetiu ele, para não se esquecer. – Os homens esqueceram desta verdade – disse ainda a raposa. – Mas tu não deves esquecer (…) Tu és responsável pela tua rosa…  – Eu sou responsável pela minha rosa… – repetiu o princepezinho, para não esquecer” 
(Saint-Exupéry, 1952/2015, p.74)


A negligência a qual busca-se enfatizar, revela-se no âmbito afetivo, humano, social. Podendo ser definida de forma mais objetiva segundo Houaiss (2010, p.543):“Negligência – falta de cuidado ou atenção, indiferença ou desinteresse”.
Considerando as práticas sociais vigentes, é possível observar padrões sociais como: casais que trabalham em torno de 8h diárias, que tem filhos, com férias de 15 dias por ano, casa para cuidar, animais domésticos e que são integrantes de grupos sociais (de amigos, igreja, profissional, entre outros). Para cada um dos papéis descritos há que se dedicar de diversas formas, investindo tempo, atenção, cuidado, paciência, dinheiro. Enfim, há um investimento pessoal variado para que sejam mantidas as relações interpessoais e os bens adquiridos durante a vida (carro, casa, entre outros).